No livro a arte da guerra existem três princípios que chamam muito a atenção. Se você conseguir aplicar esses princípios à sua vida, suas chances de fazer prevalecer a criatividade sobre a inércia é muito grande. Mas podem guardar as espadas, lanças, escudos, principalmente os shuriken (estrelinhas) e todas as coisas legais. A arte da guerra é uma metáfora da vida e suas batalhas. Falando nisso, tem coisa mais legal do que duas ou três shurikens?
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Textos | A Arte da Guerra
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Unknown
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Um comentário:
Textos | Ideias Perdidas
Olá, gente!
Hoje o blog estreia uma nova coluna, com um novo colunista! :D
O Paulo é escritor e vai postar aqui toda quarta-feira.
Em outro post vou fazer as devidas apresentações. :)
Hoje o blog estreia uma nova coluna, com um novo colunista! :D
O Paulo é escritor e vai postar aqui toda quarta-feira.
Em outro post vou fazer as devidas apresentações. :)
Às vezes estamos numa rota de colisão com uma GRANDE IDEIA sem sabermos. Simplesmente não temos a consciência de que o mundo girou sob nossos pés, sob cada passo que damos e que tudo parece ter conspirado para te levar justamente até ali, o ponto da inspiração. É quando de repente, seja numa esquina, num café, no banho, indo para ao trabalho, voltando do trabalho... Você é inesperadamente alvejado em cheio por uma “ideia perdida”. Empolgado, sente que ela pode contribuir grandemente para o seu livro, sua letra, seu projeto. Quando chega o momento de trabalhá-la, colocá-la no papel ou na tela do seu computador, no entanto, onde foi parar? São livros, canções, imaginações inteiras que vão pelo ralo do esquecimento. Perdem-se pelo simples fato de no meio do caminho haver tanta pedra, tanta placa, tantos sinais de trânsitos, tanta mensagem, tanto whatsapp... Que o essencial, aquilo que sentimos no coração, tem se perdido.
O Poeta, Vinicius de Morais, tendo plena consciência de sua pouca memória, não saía de casa sem um velho caderninho de bolso e uma caneta. Ele sabia que se não prendesse aquele verso qual havia pousado inesperadamente, como um pássaro migratório, o mesmo procuraria outro coração para aninhar-se. Num mundo onde a tecnologia aumenta e a criatividade diminui, uma dica dum poeta do século passado pode em muito contribuir para o nosso futuro. Pois o livro que você não escreve será escrito por outro, as músicas que você não compõe ou o quadro que você não pinta, não irão para o cemitério com você... Na natureza nada se perde. Para aproveitar esse dom maravilhoso que Deus nos deu, o dom de escrever, de sermos eternos, tem que se estar comprometido ao extremo com o projeto. Mas isso é para um próximo capitulo.
Paulo Sergio Sousa
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